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"Os psiquiatras sabem que cicatrizes no cérebro são difíceis de eliminar. As pessoas com frequência continuam a apresentar sintomas décadas após o trauma original. Esse fenômeno é comumente visto em veteranos da Guerra do Vietnã ou em sobreviventes do Holocausto, mas também valem para traumas que ocorrem na vida civil. Um estudo descobriu que a maioria das mulheres, que foram vítimas de agressão, ainda sofriam do mesmo mal dez anos depois. O que é incrível é que a maioria dessas pessoas sabe perfeitamente bem que não deveria estar se sentindo mais assim. Sabem que a Guerra do Vietnã acabou, que o Holocausto foi um pesadelo do passado ou que o estupro é uma memória distante. Elas sabem que agora estão seguras, mas não se sentem assim."
"Os psiquiatras sabem que cicatrizes no cérebro são difíceis de eliminar. As pessoas com frequência continuam a apresentar sintomas décadas após o trauma original. Esse fenômeno é comumente visto em veteranos da Guerra do Vietnã ou em sobreviventes do Holocausto, mas também valem para traumas que ocorrem na vida civil. Um estudo descobriu que a maioria das mulheres, que foram vítimas de agressão, ainda sofriam do mesmo mal dez anos depois. O que é incrível é que a maioria dessas pessoas sabe perfeitamente bem que não deveria estar se sentindo mais assim. Sabem que a Guerra do Vietnã acabou, que o Holocausto foi um pesadelo do passado ou que o estupro é uma memória distante. Elas sabem que agora estão seguras, mas não se sentem assim."
— Dr. David Servan-Schreiber - Curar